Guilherme Alves

27 anos, homem, jornalista, Curitiba/PR

Quais são as suas perspectivas para GI nos próximos 5 anos? Espero que possamos manter o debate multissetorial relevante diante da fragmentação do desenvolvimento da Internet hoje. E, principalmente, abrir espaço para questionar as grandes corporações e falar sobre regulação/desenvolvimento democrático.

Como veterano, o que indicaria para quem é novo no rolê? Primeiro: observe as retóricas por trás de cada discurso. Segundo: questione o que não é falado. Terceiro: aproveite a diversidade de atores para conversar com as pessoas por trás das organizações. Quarto: envolva-se em projetos!

Matheus Lima

23 anos, homem, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Curitiba - PR

Como você conheceu o programa? Comecei a pesquisar sobre proteção de dados com a intenção de escrever um artigo, acabei conversando com a minha psicóloga e ela me orientou a pesquisar sobre o Youth@IGF. Participei do programa no ano de 2019 e do LACIGF 12 em La Paz. A experiência de participar desse evento foi algo único, conhecer realidades, culturas e costumes completamente diferentes foi algo que me transformou em uma nova pessoa. Atualmente sou pesquisador na área de computação gráfica e sua utilização para a criação de acervos digitais e estou desenvolvendo um projeto para que jovens possam ensinar e compartilhar seus conhecimentos relacionados a idiomas e as suas áreas de estudo.

Giovana Pertuzzatti

18 anos, mulher, Relações Internacionais, Porto Alegre - RS

Quais são as suas perspectivas para GI nos próximos 5 anos? Acredito que nos próximos anos a GI vai ser profundamente impactada pelo desenvolvimento da 5G e da Inteligência Artificial. Como consequência disso, a Computação de Borda (“Edge Computing”) e a Internet das Coisas alcançarão níveis de desenvolvimento que utilizarão quantidades gigantescas de dados pessoais. Nesse cenário, acredito que surgirão muitos desafios quanto à privacidade de dados que nem imaginamos hoje, sejam os dados manipulados por empresas privadas ou por setores governamentais. Vejo esse como um dos grandes temas da agenda de GI nos próximos anos.

Juliana Gonçalves

24 anos, mulher, Comunicação Digital, São Leopoldo - RS

Qual a importância do debate de GI na sua área de formação/atuação? Vejo a GI como algo muito fechado (apenas pessoas do direito, tecnologia, uma ou outra da comunicação). Hoje, atuando na área de Design, percebo o quanto os debates da área são tão pouco conhecidos fora da bolha. Atualmente, a LGPD tem sido um dos assuntos mais importantes para quem trabalha com design de produtos digitais, mas também os debates sobre acessibilidade, ou os impactos do design na privacidade e na proteção de dados... design e GI andam bem mais próximos do que costumamos perceber.

Pedro Eduardo Camera

23 anos, homem, Cientista da Computação, Ibirubá - RS

Como você conheceu o programa? Recebi um e-mail falando sobre a inscrição do programa youth, então busquei conhecer mais. Realizei a capacitação do programa e tive a oportunidade de ir no #FIB2019. Então notei que é uma oportunidade dos jovens terem voz e conseguirem debater assuntos sérios, como privacidade dos dados pessoais, neutralidade da rede, inclusão no âmbito da rede mundial de computadores, qualidade na Internet entre outros. Atualmente como Administrador de Rede em um provedor de serviço de Internet, vejo a oportunidade trazer os múltiplos assuntos da governança da Internet para o ambiente técnico.

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