Jéssica Botelho

28 anos, mulher, Comunicação Social/Jornalismo, Rio de Janeiro - RJ

No atual contexto sociopolítico, a desinformação tem sido um problema significativo e as possibilidades de combate perpassam pela atuação do jornalista. Portanto, é fundamental que profissionais e pesquisadores da Comunicação compreendam como se desenvolve a Governança da Internet, uma vez que é um processo ligado às plataformas digitais, à liberdade de expressão, ao acesso à informação e que, em alguma medida, conectam diferentes atores, setores e interesses.

Deize Paiva

23 anos, mulher, Comun. Social - Jornalismo, Ribeirão das Neves - MG

Qual a importância do debate de GI na sua área de atuação? Não conhecia a discussão de GI até ter conhecimento do programa Youth. Como jornalista (generalista por formação), inúmeros temas me instigam, por serem de interesse público e por merecerem amplo debate na esfera pública, sobretudo em tempos de novos desafios. Alguns deles são: a não restrição da liberdade de expressão, garantia dos direitos humanos, a democratização no acesso e a Internet como ferramenta de comunicação global.

Jonas Mendes Fiorini

23 anos, homem, Engenharia da Computação, Vitória - ES

Como você conheceu o programa? Colegas de programa de extensão da UFES, Hudson e Thais, participaram do Youth@IGF 2015 e me indicaram o programa pelo nosso trabalho desenvolvido no NCD ser para promover a inclusão sociodigital.
Quais são as suas perspectivas para GI nos próximos 5 meses? Minha perspectiva nos próximos 5 meses é a continuidade em estudos e trabalhos relacionados a Universal Acceptance a fim de termos uma Internet realmente diversa linguística e culturalmente.

Pedro Martins

23 anos, homem, Direito, Belo Horizonte - MG

Você está engajado em atividades relacionadas à GI? Atualmente desenvolvo pesquisa de mestrado em Direito na UFMG na área de proteção de dados pessoais, com enfoque nas discriminações que podem ser geradas por atividades de tratamento e como evitar isso a partir de um framework regulatório adequado. Além disso sou voluntário do Mudamos+, plataforma desenvolvida pelo ITS Rio que coleta assinaturas digitais em projetos de lei de iniciativa popular.

Maria Regina

24 anos, mulher, Direito, Juiz de Fora-MG

Quais são as suas perspectivas para GI nos próximos 5 anos? Acredito no fortalecimento da construção multistakeholder da GI. Na Academia e pela educação, é cada vez mais evidente a responsabilidade que temos em consolidar conquistas e avançar na construção do futuro da Internet, promovendo a inovação em atenção aos direitos, à universalidade, à diversidade, como aponta o CGI.br que apresenta oportunidades para realizarmos.

Jaqueline Pigatto

25 anos, mulher, Relações Internacionais, Araraquara - SP

Na sua opinião, qual é o próximo grande passo para os debates em GI? O fortalecimento do multissetorialismo deve ser revisto constantemente, assim como sua aplicação em tomadas de decisão. Os debates já rendem propostas e perspectivas que contribuem para o desenvolvimento da Internet.
Como veterano, o que indicaria para quem é novo no rolê? Para quem é novo, são muitas informações então procure um subtema para focar e corra atrás de tudo que for estranho ou desconhecido, desde siglas até pessoas. Faça contatos e não tenha medo de contribuir, todos temos algo a acrescentar!

Adriano Mendes

23 anos, homem, Gestão Pública, Rio de Janeiro - RJ

Como você conheceu o programa? Conheci o programa através da minha orientadora acadêmica que participou de uma das formações presenciais e me indicou para me inscrever no programa, pois como pesquisamos uso de BigData na Gestão Pública, pensamos que seria uma ótima oportunidade para me aprofundar cada vez mais nos assuntos relacionado a internet e de que forma poder pensar isso no sentido de políticas públicas. Acredito que o debate acerca da tecnologia e da internet é fundamental para se pensar numa gestão pública inovadora e tecnológica, possibilitando formulação de políticas públicas mais sustentáveis e cidades inteligentes.

Giovana Carneiro

22 anos, mulher, Direito, Rio de Janeiro - RJ

Como você conheceu o programa? Pesquisando sobre os mais variados temas em Direito e Tecnologia, conheci o Youth CGI e logo um programa passou a fazer parte da minha rotina. Foi uma ótima oportunidade para engajamento em debates em GI, trocar experiências e conhecer outros jovens com o mesmo interesse que eu. Para mim, o próximo grande passo para os debates em GI é como manter a sociedade civil, inclusive os jovens, incluídos em um debate cada vez mais feito por governos e organismos intergovernamentais.

Laura Pereira

21 anos, mulher, Ciências Sociais, Araraquara - SP

Como você conheceu o programa? Desde que comecei a pesquisar o uso político do Facebook na campanha presidencial de 2018, coletei informações sobre eventos que tinham alguma relação com essa área. Encontrei o FIB e passei a receber e-mails e avisos. Em 2019, consegui me inscrever a tempo no Youth, concluí o estudo dirigido e consegui auxílio para participação em dois eventos.
Quais são as suas perspectivas para GI nos próximos 5 anos? Daqui em diante, quero me aprofundar em GI, promover e participar de projetos na área e aperfeiçoar a interface com a Ciência Política.

Nathan Paschoalini

22 anos, homem, Direito, Juiz de Fora - MG

Na sua vivência, quais são as dificuldades encontradas para se engajar nos debates de GI? Apesar de estar no sudeste, estudo em uma faculdade em que os debates sobre o direito e as tecnologias da informação são bem incipientes e as oportunidades relacionadas à Governança são muito escassas ou quase inexistentes. Por isso, engajar em debates de GI se torna uma atividade bastante solitária, sendo necessário recorrer à outras universidades, cidades e estados. Essa situação reforça um recorte de classe, pois participar de eventos de GI nem sempre é acessível.

Caroline Gonzaga

24 anos, mulher, Biomedicina, Rio de Janeiro - RJ

Conheci o youth por indicação de um amigo e resolvi me inscrever no programa. Atualmente eu organizo um Clube de Privacidade e Cibersegurança na organização que trabalho, o Instituto HUB. Espero que nos próximos anos possamos cada vez mais aproximar essa discussão para públicos diversos.

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