Amanda Espiñeira

24 anos, mulher, Direito, Brasília - DF

Como você conheceu o programa? E você está engajado em atividades relacionadas à GI? Sou advogada, formada pela UFBA (Salvador-BA), onde nasci. Desde que mudei para a capital para fazer Mestrado em Regulação da Internet, na UnB, conheci o LAPIN (Laboratório de Pesquisa em Políticas Públicas e Internet), do qual faço parte e desenvolvo alguns projetos até hoje, que estou no Doutorado. Ex youths como Kimberly Anastácio e Bruna Santos me apresentaram o mundo da GI e o Programa Youth, que caiu como uma luva na minha trajetória, abrindo várias oportunidades e permitindo uma super experiência!.

Gabriel Araújo Souto

20 anos, homem, Direito, Brasília - DF

Como você conheceu o programa? Estava procurando eventos e cursos relacionados à internet no Google e encontrei o NIC.br e o programa Youth, que não estava com período aberto de inscrições, então marquei em meu calendário para aplicar para o programa. Participei no ano de 2017 do Youth@ForumBR no Rio de Janeiro e do Youth@IGF em Genebra, Suíça. O que pude aprender, conhecer e as amizades que obtive nessas oportunidades definitivamente não consigo descrever em 500 caracteres. Como veterano, o que indicaria para quem é novo no rolê? Extraia o máximo de tudo, dos passeios, do evento e do networking.

Gustavo Santos

23 anos, Arte e Comunicação, Ceilândia-DF

Na sua opinião, qual é o próximo grande passo para os debates em GI? Creio que se faz necessário encontrarmos maneiras ainda mais efetivas de disseminação das informações sobre governança de internet, que ainda não são compreendidas por grande parte da população. Espero contribuir para o avanço a partir da minha participação no FIB!

Eduardo Rodrigues

23 anos, homem, Ciência Política, Brasília - DF

Sempre fui muito curioso. A internet entrou na minha vida de forma disruptiva quando busquei entender o impacto dela nas eleições partidárias. Como uma ferramenta podia causar reviravoltas tão significativas? A resposta era simples, mas inquietante: A internet não é só uma ferramenta, ela é um universo. Hoje pesquiso sobre GI, LGPD e demais temas (CTPol/UnB) e faço estágio em empresa de TICs. Dando significado a esse caminho, fui selecionado para participar do programa Youth no IGF Berlim 2019.

Caio César

21 anos, Gestão da Informação, Goiânia-GO

Na sua opinião, qual é o próximo grande passo para os debates em GI? Por trabalhar com cultura digital, vejo que um próximo grande passo seria a permeação da internet nos espaços e equipamentos de cultura, de forma a democratizar o acesso. Imagino que esse avanço irá estimular gente de diferentes espaços e realidades a contribuir ativamente, bem como a consumir o que há de cultura via internet. Algo que hoje é restrito a plataforma de streamings ou redes sociais, praticamente. Assim sendo, vejo que a publicização de obras e objetos de cultura, do Brasil e do mundo, muito tem a contribuir com a educação e formação de cidadãos orgulhosos de sua cultura e estimulados a compartilhar parte de sua regionalidade.

Letícia Catellan

23 anos, mulher, Direito, Campo Grande–MS

Você está engajado em atividades relacionadas à GI? Participei do IGF em 2017, do Fórum BR em 2018, fui embaixatriz do Dia da Internet Segura pela Safernet em 2018/2019; e atualmente desenvolvo atividades sobre Segurança na Internet com adolescentes. Na sua experiência, qual a maior relevância dos debates de GI? É essencial discutir temas relacionados à GI para garantir que o uso da Internet seja livre, que sua evolução seja constante e que sempre haja respeito aos direitos humanos.

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